1. Biografias

A fabulosa Dona Nice

6 de junho de 2017 - 10:31:05

Minha mãe, a fabulosa Dona Nice, completa hoje 98 anos de idade, ainda com aquela voz de mocinha e sempre sorrindo.

Se eu estivesse em São Paulo, levaria minha mãe ao cinema para poder dizer a frase quintessencial da cultura brasileira: “Mãe, ói eu.”

Minha mãe já fez tantos aniversários, que perdi a conta. Ela não faz 98 anos hoje. Faz 99. Transcendeu.

Sempre tive orgulho da minha mãe. Primeiro, pela sua beleza. Depois, pela sua coragem e tenacidade. Por fim, pela sanidade e bom-humor invejáveis que ela conserva aos 99 anos. Qualquer homenagem que eu lhe faça é micharia perto do que ela merece.

Dizem que a inteligência de um bebê do sexo masculino vem do pai, e a força da mãe. Eu ficaria feliz se a minha vida fosse uma confirmação disso.

  • Ed Garcia

    Percival, Percival…
    Não alimente ilusão de mudança através de voto.
    Menos de 20% dos Deputados e Vereadores são eleitos diretamente somente com seus votos. Maioria é eleita com os criminosos voto de legenda e coeficiente eleitoral. O Sr sabe do que estou falando né! E depois vem a frustração e o Brasileiro não sabe votar.

    • Renato Lorenzoni Perim

      Complementando seu comentário, Ed, sugiro ao Percival não colocar a CF88 acima de tudo, pois pra mim ela própria é causa de um imenso número dos problemas que vivemos hoje.

      • Ed Garcia

        De fato.
        “Nossa” Constituição de 1988 é socialista, criminosa e já caducou.

    • LucasC

      Caro Ed. O coeficiente eleitoral é um mecanismo garantidor da representação e da liberdade, mas, infelizmente mal utilizado. Se tivéssemos um partido fechado na direita conservadora, seria impensável acabar com o coeficiente.
      Imagine o caso do Bolsonaro ou do Dr. Enéas, que levariam 1 milhão de votos do povo, mas seus posicionamentos só representariam 1 voto de cada no Congresso.
      O coeficiente serve para que um parlamentar mais bem votado puxe outros que defendam um posicionamento semelhante. Agora… se ele é mal utilizado, não é problema eleitoral e sim partidário.
      Espero que tenha ficado claro, pois pra mim o é que o coeficiente eleitoral é uma ferramenta indispensável e muito boa, principalmente para nós, conservadores, que não dispomos de grandes quadros políticos.

      • Ed Garcia

        Sinto muito Lucas.
        Não vejo assim. E na prática é só pontos negativos.
        Em Democracia deve prevalecer a vontade da maioria.
        Não pode distorcer.
        E nossa Democracia foi tão distorcida que já não pode ser chamada de Democracia.

        • jesuspereira

          Pois se houvesse homogeneidade intrapartidária, onde o coeficiente fraudaria a vontade da maioria? Embora uma pessoa possa catalisar a atenção por sua capacidade de liderar, o que se sobreporia seria o pensamento deste ou daquele partido. Mas isso está ficando quase impossível e não só aqui (aqui já é impossível).
          Ficamos com o outro lado do problema: as soluções individuais.

        • LucasC

          A vontade da maioria é justamente o coeficiente partidário, ora. Se mais pessoas conservadoras votam em um candidato de um partido com um programa conservador, a ordem dos parlamentares que assumirão obedecerá à ordem dos que mais receberam voto.

          Na lista fechada é pior ainda, permanecem os caciques, embora o princípio seja o mesmo do de cima.

          O distrital (misto, puro ou distrital-estadual) ainda é pior de todos, afinal, você vota em alguém só por ser da tua cidade/distrito? Duvido. Eu mesmo, em 2014. optei por um candidato de uma cidade a 300 km da minha, justamente porque era o único a defender um programa mais conservador. E há ainda muitos que optam por outros fatores não geográficos: classe, ideologia, propostas, discurso etc.

          Se há outro meio de se eleger alguém, explica abaixo, porque não entendi o que queres dizer com “deve prevalecer a vontade da maioria” e “puxador de votos é um fenômeno não democrático”, a mim me parece que são contraditórias essas sentenças.

          Obrigado.

      • Ed Garcia

        Completando Lucas… puxador de votos é um fenômeno não democrático. Na verdade uma aberração democrática.

  • Rubens nivaldo

    A constituição é a lei suprema do país, se a CF88 é o problema, então por que segui -la em nossa nação.

    • jesuspereira

      Por que segui-la? Simplesmente porque é a Constituição – e não segui-la seria emenda pior que o mau soneto que vimos declamando.

      O problema do Brasil, estou convencido, há muito deixou de ser político, moral, ético (econômico parece que nunca foi). O problema do Brasil é transcendental.

      • Ed Garcia

        A bem da verdade, nosso Brasil precisa de uma nova Constituição promulgada por uma Assembleia Constituinte desinteressada, eleita exclusivamente para isso. E os membros dessa Assembleia não podem ser políticos/candidatos alguma vez na vida, e nem candidatos a nada em Eleições posteriores.

        • jesuspereira

          Quem vai determinar essa perfeita isenção? Ainda que acontecesse dessa forma, seria uma nova decepção. Uma sociedade enferma não vai produzir uma Constituição sã.
          O Brasil precisa, cada cidadão brasileiro precisa é de conversão. Uma sociedade (verdadeiramente) cristã peca. Uma sociedade apóstata, como a brasileira, (sem conversão) não tem salvação!

          • jesuspereira

            Em tempo: outra constituinte é tudo o que os vermelhos querem agora.

          • Ed Garcia

            Uma nova constituição NÃO pode ser nos termos da esquerda.

          • jesuspereira

            Quem garante?

          • Ed Garcia

            Uma constituição tutelada pelas FFAA mara minimizar lobbies e interesses escusos?

            E uma Intervenção Militar Constituinte?

          • jesuspereira

            São as Forças Armadas quase perfeitas? São impermeáveis a lobbies e interesses? Teriam se mantido infensas à revolução cultural? Ainda que mantenham certa “aura cívico-moralista”, não me surpreenderia que surprendessem apoiando o que combateram há 50 anos.

          • Ed Garcia

            Inexiste sociedade perfeita.

          • jesuspereira

            Existe uma. Mas a porta é estreita.

          • Ed Garcia

            Nunca existiu sociedade perfeita neste mundo.
            E nunca existiu paz mundial nem justiça social.

          • jesuspereira

            Neste mundo… já existiu. Até entrar o pecado.

  • Maria Emilia Queiroz

    Problemas difíceis, para soluções não tão fáceis:

    1- Fim da República
    2- Monarquia parlamentar, com Dom Bertrand no comando.
    3- Jair Bolsonaro ou algo semelhante como primeiro ministro.
    4- Injeção de Ideais Liberais, Valorização do indivíduo e vacinas anti-socialista.

    Delírio? Insanidade? ou seria Destino?

    Brincadeiras a parte, a questão é a seguinte:
    É possível superar a crise do estado brasileiro aumentando ainda mais o seu poder e a presença abusiva (e portanto nociva) dele em todas as instâncias de nossas vidas? Essa é uma questão que deve ser feita publicamente a todos os defensores de alternativas socialistas (tanto faz o lado – esquerda, direita, centro) que, via de regra, defende o agigantamento do estado, justamente porque são eles que se servem da estrutura estatal para aumentar seu patrimônio, manipular e controlar instituições (funcionários públicos do alto e baixo escalão, sindicalistas e trambiqueiros (o que no geral dá no mesmo), alguns artistas (normalmente os ineptos e falidos) entre outros…enfim, gente parasitária e patrocinada no geral pelo dinheiro da corrupção). Seria muito bom ver aqui um estudo detalhado fazendo um paralelo entre as penosas obrigações feudais impostas aos servos e as infinitas maneiras via estado socialista de lesar os indivíduos, mantendo-o na pobreza e consequentemente na inércia. É incrível como o ideário socialista ainda suscita tanta esperança nas cabeças pretensamente pensantes dos “luminares” de brazilistan – mas, pensando bem e tendo em vista nossa gene ou herança histórica, a saber: “uma sociedade fundada por um estado já prontinho, forjado além-mar, a qual tem ficado permanentemente a margem e aquém dele”. Assim, não é de se estranhar que muitos fiquem de joelhos implorando misericórdia, vivendo das migalhas do regime (a massa dos empresários menores e pequenos empreendedores) enquanto uns poucos vão escalando a estrutura até se assentar na cabeça do poder, decretando por fim a permanência eterna deles no comando.
    Um dia, diante das câmeras, o mais afamado chefe dos pichulecos disse não saber que tipo de socialismo eles queriam para nos governar. Naquele dia fiquei intrigado em saber que vivia no socialismo indefinido e decidi investigar. Levou um tempo, mas aprendi com bons mestres o seguinte: O socialismo, não importa o vestido ou ideologia que usa, não passa de um plano mais ou menos sofisticado de concentração de poder nas mãos de uma classe dita “iluminada” (eleita ou não, seu destino é governar), o mote ou tema principal é a luta de classes, daí então adota um discurso de defesa dos pobres e oprimidos, porém faz de tudo para manter a pobreza e a opressão dos seus súditos a fim de dar algum sentido aos infinitos discursos (no caso da Dona Dilma, esquece…). Ele é o regime do aumento perpétuo da carga tributária, da taxação abusiva sobre quem está produzindo, trabalhando e gerando oportunidades, portanto, não é de se estranhar que a indústria mais sagrada e bem sucedida dentre todas em brasilistan é a da taxa e da coleta impostos.
    Em fim, penso que uma crise pode suscitar esperanças de renovação etc., mas creio que vai demorar muito mais para acordar o tal “gigante” que a cada dia se apequena. No momento estamos sem dinheiro e sem donos, desolados, portanto, se alguém encontrar assim meio que por acaso algum patrocinador dessa aventura, por favor, não deixe de lhe avisar o seguinte: adota-nos, pois garantimos imunidade e até perdão judicial.

    Notícias de brazilistan – O planeta dos babuínos.

    • jesuspereira

      Pois é. Cheguei a pensar: hora de fechar o Congresso, defenestrar todos os ministros do STF, varrer a presidência da república… Instalar o príncipe herdeiro como chefe de Estado e de governo por 6 anos, com poder de nomear pessoalmente 50 conselheiros-legisladores, prontos a redigir uma Constituição (a ser-nos outorgada em 90 dias) e a responder pelo legislativo durante os 06 anos, e um conselho de ministros.

      Haveria de extinguir os partidos e proibir manifestações massivas como crime de lesa-pátria. Cassar as concessões de tv, fechar os jornais, acabar com a maioria (senão todas) (d)as universidades – voltar talvez ao sistema do mestre e sua escola (cada um que vá à cata de alunos; que se estabeleçam por competência)- e… e fechar a CNBB! E algumas coisas mais.

      Então, nesses 6 anos, sob a batuta do príncipe, ir construindo um modelo para o Brasil, talvez uma monarquia constitucional…

      Mas quem seria capaz de implementar essa utopia?

      Então, volto à minha primeira conclusão: precisamos é de conversão. Aos ideais liberais? Não. Conversão ao cristianismo verdadeiro. “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a constroem. Se o Senhor não guardar a cidade, debalde vigiam as sentinelas.”(Sl 126).

      Ou continuaremos uma nação apóstata. Vivendo cada vez mais o inferno.

      • Ed Garcia

        O tempo da monarquia Brasileira passou.
        Precisamos sim de oficializar os ideais CONSERVADORES.
        Em geral o povo Brasileiro é conservador.

        • jesuspereira

          Terá passado porque não interessa “às-zelites”, vermelhas inclusive. Porque o Príncipe não é um playboy magnata, que esteja na mídia patrocinando creches e dias-de-princesa Brasil afora, e porque foi construído um preconceito generalizado tal que ninguém nesse Brasil que não queira ser chamado de lunático tem coragem de defender a monarquia.