1. Brasil

Para os presidenciáveis

24 de julho de 2017 - 4:35:57

Contribuição do Filipe G. Martins. Conforme previsto,

http://www.pdt.org.br/index.php/pdt-e-partido-comunista-da-china-fortalecem-parceria-e-discutem-candidatura-de-ciro/

O Ciro Gomes fala bonito, faz diagnósticos econômicos brilhantes, mas no fim se revela:

— Eu quero CONTROLE SOCIAL.

Vejam em 1:24:22. https://www.youtube.com/watch?v=GaCmhZT6Cvk&feature=youtu.be. Agradeço ao André Lima Lopes.

Tudo o que o Ciro Gomes quer é o pudê. Quanto mais, melhor.

Se eu fosse candidato a presidente, meu programa de governo só teria três itens: (a) garantir a segurança da população; (b) impedir que analfabetos funcionais se tornassem professores; (c) tirar os nossos estudantes dos últimos lugares nos testes internacionais. Tudo o mais eu deixaria para o governo seguinte. Porque essas três coisas são tão difíceis que conseguir realizá-las numa só gestão seria quase um milagre.

Quem, no mundo de hoje, não quer o controle social? Só aqueles que o sofrem. Quem o exerce adora e quer mais.

Nenhum plano econômico do mundo, por lindo que seja ou pareça, justifica que, num país onde o rígido controle de armas produziu setenta mil homicídios por ano, alguém em seu juízo perfeito vote num desarmamentista.

Se o QI nacional médio está CAINDO e se o cidadão não tem nenhuma garantia de não ser assassinado, TODOS OS DEMAIS PROBLEMAS PODEM FICAR PARA DEPOIS. Nada é mais grave do que estar burro e morto.

Falar de economia para eleitores que estão cada vez mais burros e com um pé na cova é CINISMO.

Mas, sacumé, no Brasil a norma é resolver todos os problemas e ficar inteligente depois.

Qualquer candidato a presidente que não dê prioridade máxima a garantir a segurança da população e salvar a educação nacional, não digo que não mereça o seu voto: Não merece nem a sua atenção.

Se o sujeito aparecer falando muito de economia, mande logo tomar no cu.

Para um povo alcançar a prosperidade, duas condições são absolutamente indispensáveis: (a) estar vivo, (b) ser inteligente. O resto, dá-se um jeito.

De modo geral, toda crítica ao “consumismo” é idiota, principalmente na boca dos apóstolos da “justiça social”. Para que caralho alguém há de querer que as pessoas ganhem mais dinheiro, se não é para elas poderem comprar mais coisas?

Contrariando o entusiasmo insano dos nazistas pela germanização da cultura, Werner Sombart advertia que a preocupação obsessiva da “cor local” estrangula e mata toda força criativa.
O Brasil caiu nessa esparrela duas vezes: no Romantismo e na Semana de Arte Moderna de 1922: é por isso que hoje em dia a gente só lê José de Alencar e Mário de Andrade por um esforço de sacrifício patriótico.

Fazer de Macunaíma o mito fundador da nacionalidade é o típico “Peidei no pau dele.”

Quanto mais um candidato se esmera em mostrar seus talentos de economista, administrador e jurista, mais ele prova que só enxerga abstrações em vez dos problemas reais do povo.
Numa hora em que setenta milhões de brasileiros estão sendo assassinados anualmente e a inteligência do povo decai a olhos vistos, um candidato exibir sapiência falando em “modelo institucional”, “superavit primário” e coisas similares só prova que ele é uma toupeira letrada.

Zeev Sternhell é um historiador cultíssimo e muito honesto, mas sua tese de que o fascismo prolonga a reação romântica ao racionalismo iluminista cai por terra ante a simples pergunta: Que raio de anti-iluminismo romântico é esse que traz em si o culto da técnica, do progresso industrial e da organização maquinal da sociedade?

Rodrigo Costa Lima Por favor senhor Olavo. O que o senhor acha da tentativa tão canalha de formação de uma direita sem Bolsonaro ou que marginalize seus militantes e apoiadores. Gostaria de saber do senhor.
Olavo de Carvalho Direita jujuba?

Nenhuma direita será possível no Brasil sem derrubar o mito da “luta contra a ditadura”. Antes bolsonarette do que arruinaldette.

Nada melhor para um candidato direitista do que ser criticado por uma parcela da direita como direitista demais. Isso dá um ibope do caralho. .

O MDB, partido da “luta contra a ditadura”, nunca foi nada mais que uma organização de fachada do PCB. Todo mundo na esquerda sabia disso.

Não estou alinhado a direita nenhuma, mas não mudei em nada a minha convicção de que, num país saudável, devem existir uma esquerda e uma direita, ambas com o direito a uma quota igual de radicalismo. Se a esquerda tem o direito de fazer a apologia do Che Guevara, do Mao Dzedong e do Nicolas Pauduro, por que alguém deve ser proibido de dizer umas palavrinhas em favor do Coronel Ustra, que perto deles é um menino-passarinho? Direitista que quer ver a direita submetida às regras da guerra assimétrica é um comunista disfarçado ou, na mais branda das hipóteses, um idiota desprezível, um escravo mental da hegemonia esquerdista.

DESARMAMENTISMO É GENOCÍDIO.

Em quatro países simplesmente NÃO ACONTECEM ATENTADOS TERRORISTAS: Japão, Polônia, Hungria e Eslovênia. Sabem por que? Porque ali é proibida a entrada de QUALQUER imigrante muçulmano.

http://www.wnd.com/2017/05/why-this-g7-nation-has-no-problem-with-islamic-terrorism/