1. Brasil

Sharia e racismo

7 de julho de 2017 - 22:46:37

Se ser contra a Shariah é ser racista, então, com certeza, a única maneira de não ser racista é submeter-se à Shariah. Uma simples palavra — “Racista!” — basta para tornar a Shariah moralmente obrigatória. Pode haver alguma dúvida de que a perversidade psicológica dessa armadilha verbal é de inspiração diretamente diabólica?

A coisa torna-se ainda mais repugnante quando se sabe que os muçulmanos foram os inventores e primeiros propugnadores de teorias racistas NO MUNDO. V.

De todas as forças que regem este mundo, a mentira é a mais poderosa.

Guerra cultural assimétrica. Cada ocidental que fala contra a invasão islâmica critica somente os excessos, o radicalismo, a violência, cuidando de resguardar intactas a religião e a civilização islâmicas enquanto tais. Inversamente, a propaganda pró-islâmica tem a permissão de atacar a civilização ocidental como um todo, sem atenuantes nem ressalvas de espécie alguma. Isso é guerra assimétrica e, como sempre, o atacado se submete às regras do atacante.

http://wpress.olavodecarvalho.org/a-africa-as-avessas/

No Brasil, temos a sorte de que acusações infundadas de racismo são crimes de calúnia puníveis por lei. Espero que, antes mesmo de a agressividade islâmica alcançar no nosso país uma intensidade similar à que tem nos EUA, o nosso povo saiba usar contra ela esse recurso legal, sem dó nem piedade. Os americanos não dispõem de idêntico instrumento de defesa.

O membro de uma comunidade religiosa que mata 150 mil cristãos por ano tem de haver perdido o último vestígio de consciência moral para sair numa passeata com um cartaz “Muslim lives matter.”
A única resposta possível é: “Assassinos! Genocidas! Monstros!”

Os muçulmanos devem ter, em cada país ocidental, EXATAMENTE OS MESMOS DIREITOS que concedem aos cristãos e judeus nos seus próprios países. Nem unzinho a mais.

ESSA tem de ser a tônica da luta pela defesa do Ocidente. Não um vago falatório contra o terrorismo ou contra a imigração em massa.

O advogado da causa islâmica que disser que isso é “fascismo” confessa, no mesmo ato, que é fascista.

O ministro Napoleão Nunes, do STE, está prometendo decapitar, à moda islâmica, quem fale mal dele pela internet. Nada sei desse indivíduo, portanto não tenho o que dizer contra ele. Só sei que, se ele vier aqui executar pessoalmente a maldição que anuncia, será recebido com um pé na bunda.

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