1. Cultura

Racismo, escravidão e o Islam

22 de dezembro de 2017 - 7:29:02

Os muçulmanos inventaram as teorias racistas no século XI e as levaram à prática mandando capar oitenta por cento dos escravos negros que aprisionavam na África. Os brancos ocidentais só chegaram à África quatro séculos depois, não caparam ninguém e ainda inventaram doutrinas abolicionistas, que não só aboliram a escravidão em praticamente todo o mundo, mas fizeram dos negros americanos, no curso de pouco mais de um século, uma comunidade rica com um mercado de UM TRILHÃO DE DÓLARES.

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“Oprimidos” jamais se revoltam. Quem se revolta é sempre uma nova classe ascendente que deseja um poder à altura do sucesso alcançado.

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Por que nunca houve rebeliões de escravos no Islam, que foi a maior potência escravagista do mundo? É simples: capados não se rebelam.

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Ninguém, no mundo islâmico, teve jamais a idéia de inventar um Movimento dos Trabalhadores Sem Bolas.

  • Marcos Menezes

    A desproporção que a esquerda faz entre a escravidão islamica e a ocidental é gritante.

  • Tulio Stephanini

    E depois me vem um fdp de esquerda falando em dívida histórica vestido com uma camisa do chê guevara.

  • Valter Marques Damasceno

    Muito bom e esclarecedor.

  • Julio Cesar Gutierrez

    Faço uma observação sem a pretensão de contradizer o Dr. Olavo. Houve muitas rebeliões de escravos no mundo muçulmano, pelo menos dos que não estavam castrados (eunucos não se revoltavam porque comiam muito bem nos palácios dos ricos). Passo a reproduzir abaixo um parágrafo do livro “The Story of Civilization, The Age of Faith, IV, de Will e Ariel Durant na qual os autores relatam uma delas (a tradução para o português está estranhamente esgotada há alguns anos. Se você desejar estudar história tem que se contentar com o Eric Hobsbawm):

    The most famous of these “servile wars” of the East was organized by Ali, an Arab who claimed descent from the Prophet’s son-in-law. Near Basra many Negro slaves were employed in digging saltpeter. Ali represented to them how badly they were treated, urged them to follow him in revolt, and promised them freedom, wealth— and slaves. They agreed, seized food and supplies, defeated the troops sent against them, and built themselves independent villages with palaces for their leaders, prisons for their captives, and mosques for their prayers (869). The employers offered Ali five dinars ($23.75) per head if he would persuade the rebels to return to work; he refused. The surrounding country tried to starve them into submission; but when their supplies ran out they attacked the town of Obolla, freed and absorbed its slaves, sacked it, and put it to flames (870). Much encouraged, Ali led his men against other towns, took many of them, and captured control of southern Iran and Iraq to the gates of Baghdad. Commerce halted, and the capital began to starve. In 871 the Negro general Mohallabi, with a large army of rebels, seized Basra; if we may credit the historians, 300,000 persons were massacred, and thousands of white women and children, including the Hashimite aristocracy, became the concubines or slaves of the Negro troops. For ten years the rebellion continued; great armies were sent to suppress it; amnesty and rewards were offered to deserters; many of his men left Ali and joined the government’s forces. The remnant was surrounded, besieged, and bombarded with molten lead and “Greek fire”— flaming torches of naphtha. Finally, a government army under the vizier Mowaffaq made its way into the rebel city, overcame resistance, killed Ali, and brought his head to the victor. Mowaffaq and his officers knelt and thanked Allah for His mercies (883). The rebellion had lasted fourteen years, and had threatened the whole economic and political structure of Eastern Islam. Ibn Tulun, governor of Egypt, took advantage of the situation to make the richest of the caliph’s provinces an independent state.

    Pelo trecho acima, chegamos à conclusão que:

    1) A escravidão é a mesma em toda a parte. As rebelião dos escravos negros no sul do Iraque foi reprimida com a violência que Pompeu reprimiu a de Espártaco e que o bandeirante Domingos Jorge Velho reprimiu a do Quilombo dos Palmares.

    2) Como se verifica, a escravidão era considerada natural até pelos próprios escravos. Ali prometeu aos escravos liberdade, riquezas e… escravos.

    3) Quando tomaram Basra, os soldados negros massacraram 300.000 pessoas e tornaram muitas mulheres e crianças brancas concubinas e escravas. Teriam os descendentes deles direito à indenização da comunidade afro-americana?

    • Newton (ArkAngel)

      AInda acrescento: teriam os descendentes dos negros que venderam seus conterrâneos aos europeus algum tipo de direito de reclamarem contra a escravidão?

  • Newton (ArkAngel)

    Hoje em dia esse tema da escravidão e dívida histórica está mais relacionada à grupos que supostamente defendem os negros contra a opressão, cujo interesse é mais financeiro do que qualquer outra coisa.
    Coisas como cotas, por exemplo, são extremamente racistas, pois indiretamente afirmam que os negros não têm capacidade para ingressar em uma universidade se não for por algum tipo de facilitação.
    Toda essa alienação a respeito da cultura negra e apropriação cultural também pretende que os negros vivam e se vistam como seus antepassados de séculos atrás, sendo que na própria África não se vestem assim há muitos tempo, o que querem mesmo é que os negros parem no tempo e, como os muçulmanos, percam a referência temporal do curso da história, vivendo nos dias de hoje como se ainda estivessem no século XIX.

  • marcelo almeida

    O Islam é a materialização da contracultura ocidental.

  • Odilon Rocha

    Como sempre. Só não se informa quem não quer. Depois fica servindo de bobo para esses globalistas. E, ainda por cima, se mete a discutir e discordar. Só se discorda daquilo que se conhece.