1. Cultura

Show business

21 de maio de 2017 - 10:16:13

Não acho injusto que tipos como o Clóvis de Burros, o Leandro Espiritual e o Mário Sérgio Nutella ganhem mais dinheiro que eu. Afinal, estou no ramo da educação e da alta cultura, que no Brasil nunca foi dos mais rentáveis, e eles no das diversões públicas, do entretenimento, no qual seus ganhos são até modestos em comparação com os do Faustão, da Xuxa ou do Zeca Pagodinho.

  • Jorge Dal Salve Moro

    Pessimismo é pouco!
    A sensação é que o Brasil está irremediavelmente fudido.

  • Henrique Rodrigues de Sousa

    Isso é uma vergonha (aqueles pseudointelectuais serem mais respeitados que o mais respeitável e honesto dos intelectuais brasileiros) . Eu tenho vergonha de mim mesmo quando me lembro que considerava aqueles sujeitos sábios e dignos de admiração (sim, eu assumo que já prostituí a minha própria irrisória inteligência).Essa semana me tornei mais um dos alunos desse grande brasileiro chamado Olavo de Carvalho e pretendo me redimir e evoluir intelectualmente e moralmente através de seus ensinamentos e recomendações.

    • Rafael

      Não são pseudointelctuais, eles possuem trabalhos, se expressam bem, só porque Olavo não está entre eles, isso não os desmerece.

  • João Sena

    Estamos mergulhados na mediocridade cultural que assola o país. Você classificou bem o que essas pessoas são, “diversões públicas”, nada mais. Mas vamos mudar isso.

    • Tiago Winkel Landi

      só busca a verdade quem quer

  • Antonio Savoia Pacheco

    São uns Filhos da s Putas.

  • Fábio de Oliveira Schiavinoto

    Brasileiro, tradicionalmente, terceiriza seu pensamento. Esses caras (Clóvis de Burros, Leandro Espiritual, Mário Sérgio Nutella…), lobos de espertos, se apresentam como os cérebros das atividades-meio e das atividades-fim. Entendendo isso, entendemos a situação do país.

  • Fábio de Oliveira Schiavinoto

    Brasileiro, tradicionalmente, terceiriza seu pensamento. Esses caras
    (Clóvis de Burros, Leandro Espiritual, Mário Sérgio Nutella…), lobos
    de espertos, se apresentam como os cérebros das atividades-meio e das
    atividades-fim. Entendendo isso, entendemos a situação do país. Para mudarmos isso (como propõe o João Sena) precisamos parar de sustentar esses espertalhões que se apresentam como filósofos. Precisamos deixar de assistir a seus vídeos no You Tube, deixar de comprar seus panfletos (livros), mudar de canal quando aparecerem na TV – ou seja, precisamos jogá-los ao esquecimento. O problema, João Sena, é que isso talvez seja impossível. Faça o teste. Converse meia hora com um brasileiro que se propõe “antenado” e você constatará, sem fazer qualquer esforço, que todo o repertório daquele cidadão é flagrantemente um “copia e cola” dos textículos daqueles espertalhões.

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