1. Cultura

Trump, perseguição anticristã e a desonestidade da grande “mérdia”

1 de fevereiro de 2017 - 11:11:24

Agora que a USP está se metendo a fiscal da idoneidade jornalística alheia, é bom lembrar:

http://www.midiasemmascara.org/arquivos/3077-observatorio-de-midia-da-usp-bilionario-esquema-de-poder.html

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Quando recentemente o Obama fechou o acesso aos refugiados cubanos, ninguém na esquerda reclamou.

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Os únicos refugiados que são COMPROVADAMENTE refugiados são os cristãos, que estão sendo abatidos como vacas e porcos num matadouro. E justamente por esses ninguém chora. Todas as lágrimas são para os assassinos, seus parentes, seus amigos e a massa dos seus cúmplices passivos.

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Por onde quer que você passe os olhos na grande mérdia, lerá o mantra: “A maior parte das vítimas do terrorismo é de muçulmanos.” Sem dúvida. Em guerras entre países ou grupos muçulmanos, a maioria dos que morrem são muçulmanos. Mas nem um único deles morreu POR SER MUÇULMANO. Nenhum deles morreu vítima de perseguição religiosa. As únicas vítimas de perseguição religiosa no mundo islâmico — e especialmente na Síria — são os cristãos e os membros de outras religiões minoritárias. Por isso mesmo, no governo Obama, eles constituíram menos de um por cento do total de refugiados admitidos nos nos EUA.

Nunca a discriminação religiosa foi tão evidente e descarada.

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Um desses malditos sites de “fact check” — detentor do Prêmio Pulitzer, caraio! — proclama que não houve discriminação religiosa nenhuma no governo Obama, porque a proporção entre cristãos e muçulmanos recebidos nos EUA é a mesma das respectivas populações nos seus países de origem. A desonestidade chega aí ao nível de obra de arte. Na II Guerra os judeus eram apenas 0,75 por cento de população alemã. Que tal se então o governo americano decidisse receber menos de um judeu para cada cem alemães, e ainda julgasse ofensiva a sugestão de que não deveria aceitar estes últimos antes de averiguar se eram nazistas?

A premissa subentendida é que um sujeito merece asilo não porque pertence a uma minoria perseguida, mas porque é um membro da maioria perseguidora.

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http://canadafreepress.com/article/obama-actually-committed-more-religious-discrimination-than-any-that-trump

Obama, na verdade, cometeu mais discriminação religiosa do que se acusa Donald Trump

Qualquer pessoa intelectualmente honesta que se preocupa com a imigração deve estar muito mais perturbada com as políticas de imigração de Obama do que com as de Donald Trump.

Os cristãos sírios são 10% dos árabes na Síria, mas durante a administração Obama constituíram de 0,5% a 1% dos refugiados autorizados a fugir da Síria para os EUA. É evidente que os cristãos enfrentam uma perseguição muito maior na Síria e em outros países árabes do que os muçulmanos, de modo que a estatística descrita acima demonstra uma clara discriminação contra os cristãos pela administração Obama, baseada 100% na religião e 0% na luta contra o terrorismo. Se há alguma coisa na qual é mais difícil que os cristãos sejam, quando comparados aos muçulmanos, é exatamente serem membros do ISIS ou terroristas.

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Para você provar que os cristãos são tão genocidas quanto os muçulmanos, basta incluir no total de muçulmanos mortos aqueles que foram mortos por outros muçulmanos. Isso é regra geral na grande mérdia. Era por método semelhante que os comunistas provavam que o capitalismo era tão malvado quanto o comunismo:

http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/outros/11340-olavo-de-carvalho.html

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O Bill Maher se fez de todo escandalizadinho quando o Trump FALOU em “arrastar mulheres pela buceta”. Em reposta, a atriz pornô Jenna Jameson, que conheceu o apresentador muito bem, escreveu no Twitter que ele, em vez de apenas falar, ERA o maior arrastador de bucetas do pedaço.

É por essas coisas que aconselho: Não banque o moralista, não faça caretas de sensibilidade ofendida, não entre em competições de santidade, não finja que está pairando num céu de pureza. Antes de criticar alguém, comece reconhecendo: “Eu sei que eu sou um bosta”.

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O Bernie Sanders acusa o Trump de espalhar o pânico entre os altos funcionários públicos federais. Espero que a acusação seja verdadeira. O povo americano está com o saco cheio de viver com medo dos burocratas. Agora é a vez deles.

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No fundo, no fundo, os EUA só têm UM problema. Chama-se George Soros.

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Idéias soltas, desligadas de todo contexto cultural, histórico e estratégico, são preferências arbitrárias, subjetivas: não podem ser objetos de aprovação ou desaprovação. Só de análise psicológica, ou mesmo psicopatológica. O problema no Brasil é que praticamente todas as propostas políticas circulantes são assim — e, quanto mais absurdas e inconexas elas são, mais os seus propugnadores cobram aprovação e entendem a simples recusa de aplauso instantâneo como adesão formal à idéia oposta. É mais ou menos assim: se você não é partidário das bananas anglófonas, é cúmplice dos abacaxis triangulares. E não ouse ficar em cima do muro!

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O Leo Hohmann tem razão: há mulheres que fecham as portas da vida aos seus bebês e abrem as portas da América aos terroristas.

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O Arruinaldo Azevedo me amaldiçoou até a quinta geração porque — diz ele — apoiei uma intervenção militar em vez do impeachment. Agora tem uns fulanos querendo me matar porque — dizem eles — apoiei o impeachment em vez de uma intervenção militar. Vocês não podem entrar num acordo, ô carinhas?

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Trump encontrou A MELHOR SOLUÇÃO para a “crise dos refugiados”:

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Eis quem dita o discurso antitrumpista:

http://www.breitbart.com/jerusalem/2017/01/30/exclusive-islamic-state-supporters-react-angrily-trumps-temporary-refugee-halt/
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Altamente recomendável:

http://www.centerforsecuritypolicy.org/the-muslim-brotherhood-in-america/
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Vejam em que abismos de sujeira a grande mérdia vem se lambuzando:

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Se as Forças Armadas tivessem agido em tempo de impedir que o Brasil chegasse ao fundo do poço, mereceriam a sentida gratidão do povo. Se agirem agora, ou no ano que vem, ou sei lá quando, da minha parte só terão um frio e polido “Obrigado, mas…”
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Se ter recebido uma placa comemorativa de uma sociedade judaica em agradecimento por uma série de conferências é prova de que sou sionista, o prêmio que recebi do governo da Arábia Saudita por um trabalho histórico é prova de que sou muçulmano. Fica assim provado que o Olavo de Carvalho é islamo-sionista, seja isto lá a merda que for.
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Para os curiosos: Ao ingressar na tariqa do Schuon, recebi, como os demais membros, um nome PARA USO INTERNO NA ORGANIZAÇÃO, como é de hábito em qualquer sociedade esotérica. Esse nome era Mohammed Ibrahim. Quando saí da tariqa, recebi do Schuon uma PROIBIÇÃO FORMAL de usar esse nome. Isso foi em 1987. Trinta anos atrás.
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A mistura de ignorância, malícia, ódio sem motivo e uma ânsia irrefreável de posar de portadoras de “inside information” tem levado algumas pessoas à completa loucura.

Até hoje há uns palpiteiros assegurando que o meu nome é “Sidi Mohammed”, sem saber sequer que “Sidi” não é nome próprio, mas pronome de tratamento, como “o senhor” ou “vossa senhoria”.
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As pessoas que mais se angustiam na vida são aquelas que padecem de uma desesperadora falta de problemas.
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Bons tempos aqueles em que o coração dos maus era de pedra. Hoje é apenas um chip.

 

(Seleção e organização: Edson Camargo, editor-executivo do MSM)

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