1. EUA

Neurose e mentiras

21 de julho de 2017 - 1:50:21
Diante das provas irrefutáveis de que Obama falsificou seus documentos para eleger-se presidente, os americanos em geral, e os políticos e juízes em especial, consentiram em calar-se para não se arriscar a ser xingados de racistas. Foi a mais degradante humilhação a que um povo já se submeteu voluntariamente por mera frescura e subserviência à moda. Uma escolha dessa ordem, idêntica em tudo e por tudo à da mulher estuprada que se torna cúmplice do estuprador ao ocultar seu crime por medo da vizinhança fofoqueira, é um suicídio moral que deixa marcas, molda e sela irrevogavelmente um destino. Imaginar que a nação podia se livrar desse destino mediante o simples artifício de eleger um novo presidente, diferente do anterior, sem jamais tocar no episódio vergonhoso, é estapear a própria face pela segunda vez, consolidando a opção covarde que uma vez preferiu as aparências em vez da honra. O próprio Trump, consentindo em acobertar o crime supremo do seu antecessor, implora pelo fracasso, pouco importando o bem que tente fazer em outros domínios.
Recordando: “Neurose é uma mentira esquecida na qual você ainda acredita.” (Juan Alfredo César Müller)
Depois que o país consentiu em ser governado oito anos por um agente islâmico com documentos falsos, querer proteger as fronteiras é uma comédia, uma farsa abjeta.
Enquanto não consentirem em estourar esse velho furúnculo que não têm sequer a coragem de ver, não creio que haja salvação para os americanos.
Mais degradante ainda é deixar que o homem que investigou e provou o crime — o xerife Joe Arpaio — seja punido em vez do criminoso.
Um dia as culpas acobertadas voltarão, como numa tragédia grega, para cobrar as velhas dívidas com juros pesadíssimos.
Toda neurose começa com a frase: “Não posso dar a impressão de que…”
O candidato a neurótico toma no cu quietinho para não dar a impressão de que tomou no cu.
Depois que o inimigo já tomou a presidência da República, é tarde para fechar as fronteiras. É como vestir uma cueca de aço em cima de um cu arrombado.
Como o Obama cometeu o crime de “forgery” ANTES de assumir a presidência, um simples processo-crime num tribunal do interior bastaria para quebrar-lhe a espinha. Mas TODO juiz a quem se solicitou a abertura de semelhante processo se cagou de medo e pulou fora da raia. Um novo presidente na Casa Branca poderia dar aos juízes a garantia contra perseguições.
TODA a ciência política do mundo ensina o que o Trump deveria fazer. PRIMEIRO desarmar os inimigos e garantir o controle da máquina estatal, DEPOIS fazer as reformas. O homem está seguindo a ordem inversa.
A Igreja instituiu a confissão porque sabia que as culpas escondidas cobram suas dívidas com juros que o pecador jamais poderá pagar. O pecador individual tem o privilégio de confessá-las discretamente a um sacerdote, mas as nações não têm remédio senão escancará-las diante da própria face.