1. EUA

Poder anti-americano

7 de julho de 2017 - 23:40:49

Quando os americanos cederam à intimidação e chantagem racial da mídia, consentindo em fechar os olhos ante o escândalo dos documentos falsos do Obama, eles já estavam derrotados pela Nova Ordem Global. Se imaginaram que podiam reverter isso com a simples eleição de um presidente, é que ainda não perceberam o tamanho do mal que fizeram a si mesmos.

Um povo que confia mais no automatismo do sistema do que na sua própria iniciativa está condenado a ser destruído pelo próprio sistema em que depositou sua confiança.

Se algum dia for eleito no Brasil um presidente conservador, espero que ele entenda aquilo que o Trump ainda não entendeu: Ter um cargo AINDA NÃO É ter o poder. Antes de resolver qualquer “problema nacional”, um governante precisa assegurar o controle da máquina estatal e a posse dos meios de ação.

O Trump é um GRANDE administrador da economia americana, que ele está salvando a olhos vistos, mas, definitivamente, ele não é um político.

O centro nevrálgico da política americana AINDA está nos documentos falsos do Obama. Quem não for capaz de botar esse sujeito na cadeia não governará os EUA jamais.

TODO o esquema de poder anti-americano se baseia na ocultação desse segredo de polichinelo, e é só por essa via que ele pode ser derrubado.

Isso já era assim em 2008, e continua sendo.

Como pretendem os americanos acabar com a invasão islâmica, se não conseguiram sequer remover nem punir o usurpador islâmico da Presidência?

É infinitamente ridículo.

Elegendo Obama e acobertando os seus crimes, os americanos perderam a capacidade de governar-se a si mesmos, quanto mais a de liderar o mundo. A única sorte deles é que não há mais ninguém capaz de liderá-lo.

Se você aceita um falsário na presidência, a piroca já entrou e só o que lhe resta a fazer é alegar que é orgulho gay.

Os americanos querem o seu país de volta, mas NÃO vão tê-lo enquanto não se arrependerem de tê-lo vendido em troca de um atestado de idoneidade politicamente correta.