1. Notas

Melodia, fuzil e parlamento

21 de julho de 2017 - 3:14:44

Parlamento de tarados:

https://www.theguardian.com/technology/2017/jan/12/give-robots-personhood-status-eu-committee-argues

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Como tive, graças à minha amiga Meri Angélica Harakava, a oportunidade de ouro de ouvir o maestro Celibidache em pessoa, percebo claramente a diferença, que ele tanto ressaltava, entre a audição presente e a reprodução gravada. Algo, sem dúvida, se perde irremediavelmente na passagem de uma coisa à outra. Mas quê faríamos sem as gravações que nos restam desse supremo artista e filósofo da música?

Certas melodias — como a canção da águia no filme “Dersu Uszala”, a ária “La Vergine degli Angeli” de “La Forza del Destino”, ou a ária do soldado na opera “Der Kuhreigen” de Wilhelm Kienzl — expressam tão bem o fundo da minha alma, que, na minha fantasia delirante, chego a imaginar que fui eu que as compus.

https://www.youtube.com/watch?v=n-mhkACf22E
https://www.youtube.com/watch?v=rYgQbhoLtxc
https://www.youtube.com/watch?v=y3GUSvvviBM

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Curiosidade: Dos excelentes fuzis Mosin-Nagant, que Stalin mandou fabricar aos milhões a toque de caixa, metade está hoje nos EUA, onde os colecionadores (como eu) os compram por uma micharia.

É este:

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  • Thiago

    “a diferença, que ele tanto ressaltava, entre a audição presente e a reprodução gravada. Algo, sem dúvida, se perde irremediavelmente na passagem de uma coisa à outra”

    O mesmo se aplica às aulas de filosofia, professor?

    Interessante ponto.