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Caso Santander: vilipêndio a culto é ilegal, e isso basta

12 de setembro de 2017 - 4:07:34

Discutir gayzismo e antigayzismo a propósito do caso Santander só prova incapacidade de discernir entre o confronto de opiniões e o quadro legal que o regula. Isso denota pura e simples IMATURIDADE PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA. O que está em questão no episódio não são opiniões pró e contra isto ou aquilo, mas a simples TIPIFICAÇÃO LEGAL DE UM CRIME. O texto da lei é claro: “Vilipendiar objeto de culto.” Ponto final. É só disso que se trata. A lei é a mesma para gayzistas e antigayzistas, progressistas e conservadores, cristãos e anticristãos. Dissolver essa evidência numa tagarelice ideológica é trapaça, da parte do acusado, e burrice, da parte dos queixosos.

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A existência de um quadro legal que regula os confrontos de opiniões é o que define uma DEMOCRACIA. Sem o quadro legal, há só o império do mais forte. Numa democracia, todas as opiniões são lícitas, mas nem tudo o que você faz em nome delas é lícito. Posso ser antigayzista, mas não posso sair batendo em gays. Posso ser anticristão, mas não posso vilipendiar objeto de culto cristão, porque isso é crime definido no Código Penal, Art. 208.
Praticamente todos os palpites que ouvi até agora sobre o caso Santander provam ignorância dessa distinção elementar. Todo mundo enche a boca ao falar de “cidadania”, mas não tem A MENOR IDÉIA do que seja isso.

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Se para impor a obediência às leis você tem de impor também a sua crença religiosa, a obediência às leis se torna inviável. Se para livrar-se de obedecer a lei você alega sua crença gayzista, a obediência à lei tornou-se opcional.

Lei é lei, opinião é opinião. O curador da exposição Santander, Gaudência Fidelis, não entende isso. Não tem maturidade para ser cidadão de uma democracia. Muitos dos que o acusam também não têm: ao alegar opiniões morais e religiosas contra a conduta dele, em vez de ater-se ao texto da lei, transformam numa discussão ideológica o que deveria ser a pura e simples aplicação de uma lei.

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De modo geral, os brasileiros não distinguem entre lei e partidarismo, ou entre lei e preferências pessoais. A impessoalidade da lei parece-lhes demasiado abstrata, e tem de ser referendada por um sentimento ou impressão pessoal. Convidados a depois em favor ou contra um réu, não perguntam se, objetivamente, ele é inocente ou culpado. Perguntam se gostam dele ou o detestam.

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No caso Santander, uma retórica moralista só serve para debilitar a causa. O vilipêndio a culto é ilegal, e isso basta. A mais velha regra da técnica retórica é: Se você pode vencer usando um argumento, não use dois.

 

  • Rogério Bonassi

    Simples assim…

  • Discos Diatribe

    O melhor artigo sobre o assunto.

  • Vavá

    O grande problema é que aqui no Brasil a letra da lei não é mais respeitada. E isso começou já a algum tempo atrás. Um dos casos mais emblemáticos foi o episódio em que se entendeu pela inaplicabilidade do artigo do Código Penal que tratava do adultério. O entendimento jurisprudencial começou a valer mais que a lei. Desde lá a opinião de juízes têm tido mais peso do que a dos legisladores. Episódios recentes são os dos Ministros do STF que, sob o pretexto de atender a princípios constitucionais superiores, têm decidido deixar de punir o aborto, descriminalizar o uso de drogas, etc. Fica cada vez mais clara a importância que a ocupação de espaços tem na condução do processo revolucionário.

    • Seu Zé

      o problema maior são as bruxarias do STF para distorcer a Lei, principalmente os votos do ministro Barroso(que era advogado da associação que defendia aborto de anencéfalo e depois virou ministro e julgou a mesma causa que estava impedido na vdd) que na prática são leis

    • Rafael

      Se fosse para continuar punindo o aborto? Considerar adultério crime? Ou qualquer coisa que os conservadores concordem, ai tudo bem?

      De toda forma, como a Justiça não está a serviço de nenhum processo revolucionário popular,e sim à serviço da classe dominante, também acho o ativismo judicial um perigo, o PT está colhendo isso inclusive.

      • Lucas Santos Amaral

        Então é certo colocarem na mesma exposição uma imagem de Maomé com a barba pintada de rosa ???… creio que a esquerda não irá reclamar desse fato, não é mesmo ???…

        • Rafael

          Pq não? Na exposição tinha peça até de Pedro Américo, Volpi e outros clássicos, porque só agora gerou gritaria? É não faz sentido que artistas brasileiros, que vivem em uma nação cristã faça arte com motivo islâmico.

          • Lucas Santos Amaral

            Porque não ???… vcs esquerdistas fazem “arte” com tudo… como diria Lenin, Esquerdismo, Doença Infantil do Comunismo…

  • Maurcio Perna

    Excelente texto.

  • Gabriel Oliveira de Souza

    Simplesmente todo o acontecimento foi analisado de forma impecável. Se as pessoas tivessem denunciado o que essa “exposição” tinha como intuito desde o começo, o acusando justamente de tratar-se de um crime, as que defendem essa “liberdade” não teriam onde se sustentar. Mas como foi pro campo ideológico isso bastou pra que aqueles que denunciavam a exposição se tornarem reféns com os contrários alegando “censura”.

  • Lago Dos Cisnes

    Seria MUITO IMPORTANTE que o professor Olavo de Carvalho publicasse no Facebook a consulta pública do senado para revogar o Estatuto do Desarmamento: https://oglobo.globo.com/brasil/senado-abre-consulta-publica-sobre-revogar-estatuto-do-desarmamento-21808136

  • marcelo almeida

    Cidadania é o pleno exercício dos direitos inerentes ao cidadão. Se a lei proíbe não há direito e, portanto, o assunto não é de cidadania.

  • Danilo Dalla Vecchia

    Parece mais apologia ou invasão vertical barbara da ”cultura islâmica” , contra a nossa legitimamente cristã , nessa tal ”exposição cultural” .

    • Jairo

      Melhor diagnóstico para entender a situação de que tenho conhecimento a situação é o livro de Mário Ferreira dos Santos, Invasão Vertical dos Bárbaros de 1967.

      • Danilo Dalla Vecchia

        Tudo que está ocorrendo no ”mundo” ele já vislumbrava nos anos 50 .

  • Seu Zé

    pior que teve dinheiro público nessa exposição “cultural”, essa Lei Rouanet tinha que acabar

  • Rafael

    Uma coisa que esse episódio revelou, foi a nossa total ignorância em arte, regra geral, o brasileiro não sabe “ler ” um quadro, uma obra de arte, tanto que descontextualizaram algumas das obras exclusivamente para dizer que se referiam a pedofilia, zoofilia, etc, algumas das quais foram expostas em diversas galerias mundo afora, e com esse caso pareceram “novidades”, porque a ofensa só agora?

    Lembrando, A última tentação de Cristo também foi considerado ofensivo, mas não deixa de ser uma obra -prima do cinema/literatura, aquele quadro do Coubert já foi retirado do facebook, e os exemplos abundam na história, é bem complicado para um artista transitar nesse limite entre o ofensivo e o questionamento, acho que depende da obra, dos valores do momento histórico.

    • Renato

      No vale tudo atual, tenho dificuldades em dizer o que é arte ou não é.
      Mas, para determinar o que é picaretagem em arte, é fácil – toda vez que a explicação (ou contextualização) da obra fala mais que a própria obra em si, está-se diante de um autêntico picareta. Veja, ninguém precisa “contextualizar” Bispo do Rosário, Degas, Volpi, Pollock, Bellows, Modigliani,… Arte é percepção – belo, feio, lírico ou agressivo, a mesma obra pode despertar as mais diferentes sensações no expectador. Até mesmo indiferença. E se arte é liberdade, querer obrigar o expectador a ter uma única e determinada percepção é dirigismo e, portanto, o oposto do que prega-se em Arte.
      A meu ver, Arte começa na visão do artista, mas se completa completa na percepção do público. E todo sentimento do público é válido – tanto de quem aplaude como de quem vaia. Qualquer coisa fora disso ou é dirigismo autoritário ou é picaretagem de quem acredita que um contexto pode fazer uma obra parecer melhor do que é. – um artista que acredite realmente nisso, vai ter que morar ao lado do quadro pra vender a explicação junto.

    • Lucas Santos Amaral

      Quem tem que responder se é ofensivo ou não é o ofendido… isso não cabe a quem não se sente ofendido discutir… se os ofendidos quiserem, que processem os culpados… relativizar o tema é que não é certo… esse é o ponto de vista do editor do texto acima… que rufem os tambores dos tribunais…

    • Jairo

      Melhor diagnóstico para entender a situação de que tenho conhecimento é o livro de Mário Ferreira dos Santos, Invasão Vertical dos
      Bárbaros de 1967.

      Utiliza-se de um jogo de linguagem no qual

      1) Coloca-se a arte, no seu significado original, como um bem sublime e inquestionável
      2) Altera-se o significado da palavra arte para que abarque qualquer coisa
      3) Pratica-se os atos mais abjetos, vis, grotescos e criminosos colocando-os como se fossem arte e por extensão ‘sublimes’

    • Jairo

      Não se trata se o quadro é ‘novidade’ ou não mas sim da exposição da “obra” no Brasil, isso sim talvez seja ‘novidade’. Ninguém pode ficar vigiando o mundo todo para combater essas coisas. Temos que fazer o que está em nosso alcance, combatendo o que está próximo a nós. E se fomos combater algo tem começar por algum fronte não adianta tentar combater tudo ao mesmo tempo, tem que começar por algum lugar.

    • Alexandre Terra Lima

      Entendo, Rafael, teu ponto de vista, mas . . . . os valores morais “estruturais” tem sido bombardeados pela mídia, numa afronta geral as regras civilizadas de convívio e do direito em si, o limite “deste” momento histórico, no caso vilipêndio e exposição de menores a obras com conteúdo sexual adulto, colocam em xeque a validade da arte pela arte. Infelizmente, a meu ver, eles mais agrediram do quê sensibilizaram, uma arte pobre e vulgar. Vide caso Charlie Ebdo, só que lá a “punição” foi outra.

  • marcelo almeida

    Os clientes desse banco deveriam fechar suas contas.
    Não se trata de gosto pessoal. É ofensivo à Lei, à infância, à família e aos valores espirituais, morais e éticos da sociedade.

    • Osvaldo Pereira Júnior

      Pior que eu recebi um cartão de crédito dessa merda exatamente um dia antes desse ocorrido.

    • rafalb87

      Concordo. Banco foi conivente com o desrespeito. Imaginem a bronca que daríamos nos nossos filhos ou levaríamos dos nossos pais caso estes ou nós fizéssemos estas “obras de arte”. Educação vem de casa.

  • Marcos Pereira

    O professor acertou no olho do touro, com sua Henry 40-70. Quer esquerdistas queiram ou não cumprir a lei – e fazem questão de não cumpri-las pois, são marginais- deverão ser levados às barras do tribunais: Contra eles, a Lei.
    Tem uma questão grave nessa esbórnia promovida pelo Satander: Total desrespeito a Nosso Mestre, Soberano e Senhor: Nosso Senhor Jesus Cristo! Esses demônios, não tem, recusam a ter ideia, sobre Quem estão vilipendiando. Um Ser, Filho de Deus, Amado, Louvado, Adorado por todo um Universo, aqui nesse planetinha de merda, cheio de problemas, infestados de bestas quadradas sem noção do que falam, é tratado com total falta de respeito no pior dos limites macabros a que podem chegar os homens. Onde o respeito, onde a responsabilidade, onde a nobreza de caráter , onde o horizonte de consciência tão somente aterriza ? Sintomas de um mundo que se perdeu no caminho para Deus Pai. Triste de ver: Ainda bem que tem conserto. Cabe a nós chamarmos esses dementes à realidade e enquadrá-los tanto na lei menor e imperfeita dos homens, como na Lei Maior e Perfeita de Deus Pai.

  • Romanorum

    É O QUE EXPRESSEI AO ARTUR DO MAMÃEFALEI, QUE QUASE FOI LINCHADO PELA ESCÓRIA QUE SE MANIFESTOU A FAVOR DA EXPOSIÇÃO E ACUSANDO O BOICOTE DE CENSURA… A CANALHA ESQUERDOPATA OU NÃO ENTENDE O QUE REALMENTE É CENSURA OU SÃO CÍNICOS MANIPULADORES… E DEIXAR DE ACIONAR A LEI,NO CASO DAS AGRESSÕES QUE ELE,O ARTUR,SOFREU, É SER ALIENADO E QUASE CÚMPLICE! O MESMO AOS QUE DENUNCIARAM E BOICOTARAM A EXPOSIÇÃO, DEVIAM MESMO ERA TER DENUNCIADO-A COMO OFENSIVA Á RELIGIÃO CRISTÃ.E CURIOSO QUE SÓ A ESTA ELES OFENDEM, SEM TEREM CULHÕES( BOM, SERIA DEMAIS ESPERAR QUE PEDERASTAS TIVESSEM) PARA FAZEREM O MESMO A OUTRAS RELIGIÕES, ESPECIALMENTE ÀS JUDAICA E ISLÂMICA… PORQUÊ SERÁ?

    • Sergio Russo

      Normas da boa educação da internet .
      Só escreva em letras maiúsculas quando quiser gritar .
      Se gritar o tempo todo , ninguem ira lhe escutar.

      • Romanorum

        Se meu “grito” incomoda tanto, é só tapar o ouvido e continuar lendo, se não ofender sensibilidades… Só para informar: estou sussurrando mas não encontrei caracteres menores que esses…

        • Sergio Russo

          Burrice terminal impede de usar o teclado de forma eficiente .
          E pela educação nasceu numa estrebaria romana.

          • Romanorum

            Burrice terminal se preocupa com tamanho, se usa ou não caps lock, e não atenta para o texto… E educação de quem nasce numa estrebaria romana é sempre superior a de quem nasce numa estrebaria qualquer…Pelo menos tenho estirpe de quem já foi dono do mundo!

  • Luiz F Moran

    Todo mundo mordeu a isca desses canhestos do satãder: entraram no debate ideológico, que era extamente o objetivo deles.
    O mesmo que aconteceu com Trump em Charlotesville.

  • Marcos Menezes

    O Olavo explica isso faz tempo mas ninguém entende.

    • Diego Ingracio

      Entendemos, o problema é que a militância em sala da aula trata o Olavo como o próprio diabo. Uma vez ousei defende-lo, quase apanhei…

  • Sergio Russo

    Vamos só falar de arte e não de leis .
    Arte é antes de tudo uma forma de comunicação .
    A comunicação existe todo o dia em todos os niveis . Narramos fatos . Exibimos cenas para ilustrar fatos . Mas nada disto é arte . Arte é conseguir passar uma ideia e emoção ao mesmo tempo.
    Veja o nú da estatua de Davi feita por Michelangelo . Todos os homens já viram algo semelhante ao olhar no espelho , mas ao ver a estátua , há uma emoção de que o nú não é algo sujo , vil e que deve ser escondido .
    Vamos um pouco mais para frente .
    Uma paisagem de Claude Monet .
    Não preste atenção nos detalhes pois não há detalhes , só pinceladas toscas , mas ele consegue passar o brilho das luzes refletindo na água , nas flores e nas coisas de um jeito que todos nós já vimos , mas nunca paramos para perceber o quanto isto é bonito.
    Então é isto .Acender uma emoção .
    Para fazer isto é preciso talento de artista .
    Se voce não tem , põe uma figura de um burro cagando , ou um menino de oito anos vestido de gay.
    Esta exposição do Santander foi isto . Nem todos tem o talento para serem artistas e acender sua emoção de uma forma boa e gostosa . Eles acendem sua emoção te agredindo e causando raiva ,nojo e indignação . E acham que estão no nivel de um Michelangelo ou Monet . Pobres diabos . Ignore-os . Esta é a pior ofensa que voce pode fazer com setes falsos artistas que procuram voce e suas emoções de qualquer jeito .

  • marcelo almeida

    Ora, bolas. Olavo!
    Já estou a dois dias sem um artigo novo da sua lavra. Tenho crise de abstinência. Afinal, tenho dois professores em comum com você.

  • Odilon Rocha

    Desde o início eu abordei pelo lado legal. É crime e ponto!
    No entanto, não podemos desmerecer os seguintes aspectos: a indignação foi ordeira, sem quebra-quebra, sem que se proibisse alguém a entrar na exposição; não ouve ação judicial e por vai. O boicote, seja lá de que maneira for, no caso o encerramento das contas bancárias, é legítimo.
    Não julgo aqui o aspecto moral, porque é de foro íntimo. O que fica, isso sim, é a lição que no geral as pessoas deram a essa excrescência. Se foi teste, pegadinha ou balão de ensaio para obter respostas da engenharia social, não sei. Só sei que ficou claro a negação, de forma pacífica (NÃO SOMOS OS BLACK BLOCS, certo senhores jornalistas reacionários?), a um acontecimento agressivo aos nossos valores. E criminoso, ainda por cima.
    Se fosse o contrário, hipoteticamente fizéssemos uma exposição depreciando a cultura islamista e o Islã, imaginem a reação! Piquete, quebradeira, socos, queimação de pneus, histerismo televisivo, e uma onda de reprovações ao nível doentio. Talvez até a ONU se pronunciasse a respeito. Não duvidem!
    Acontece que a diferença é justamente essa. Nós, os conservadores, pessoas que prezam o bom, o belo e o justo, (e nos chamam de nazistas, nossa!) nunca faríamos uma exposição dessas.
    A nossa luta é com atitude paciente, pacífica e ordeira. Dure o que durar.

  • Jairo

    Embora eu tivesse feito reclamações e petições online, pensei que alguém se encarregaria da parte jurídica. Não sei se fizeram isso mas acredito ser imprescindível.

  • LEANDRO OLIVEIRA

    Basta ler a lei,só isso para resolvê-lo o problema.

  • Lucas Santos Amaral

    PROCESSEM… processem todos os praticantes de vilipendio… outra dica… processem as escolas públicas ou privadas que apresentarem conteúdo impróprio a seus filhos… vc é quem decide o que é certo e correto para ser apresentado a eles… zoofilia, pederastia, pedofilia e demais descalabros tem que ser desterrados da educação brasileira… incluso a tal ideologia de gênero… processem o Estado, a União e as Prefeituras que teimarem em praticar esse tipo de conduta criminosa… processem os diretores e professores que apoiarem essa ignomínia… tem dado certo… há caso de julgados que deram ganho de causa aos país que recorreram a justiça contra professores que insistiram em pregar essa imoralidade… há sites que ensinam como fazer a petição as escolas e professores antes de se tomar uma atitude judicial para que retirem material ou ensino que vc considera inapropriado para seus filhos… também recorram aos seus vereadores… eles tem o poder de barrar a aplicação de qualquer ensino que se preste a desconstruir o caráter das suas crianças… não aceite impávido que se deturpe a moral de seus filhos… quem der de ombros com esse fato diabólico não poderá reclamar depois que não foi avisado quando começarem a colher os joios que o diabo vermelho plantou em vcs…

  • Uma Lei pode existir sendo ela imoral? Qual a diferença entre defender a moral e consequentemente a Lei ou ser chamado de “moralista”. A exposição é asquerosa e imoral sim, pois é pública, e é ilegal quando vilipendia símbolos do Cristianismo e quando aceita o comparecimento de menores submetidos a abuso psíquico e sexual.