esquerdismo


Legislação e engenharia comportamental

Grande parte da legislação moderna, no Brasil e em outros países, tem finalidades que vão muito além dos seus objetivos nominais e aparentes. Uma dessas finalidades é a permanente estimulação contraditória destinada a debilitar a inteligência da população, de modo a habituá-la a aceitar passivamente a qualquer ordem absurda. É um efeito bem conhecido dos […]

Clamores de justiça e Bertolt Brecht

Já me fizeram de trouxa várias vezes, e nunca me ofendi demasiado por isso, pois não me gabo de ser o mais esperto dos espertos. Mas, se um sujeito não tem outra arma na luta pela vida senão a astúcia, ser ludibriado é a mais humilhante das ofensas. Nenhuma ira se compara à do vigarista […]

Caso Santander: vilipêndio a culto é ilegal, e isso basta

Discutir gayzismo e antigayzismo a propósito do caso Santander só prova incapacidade de discernir entre o confronto de opiniões e o quadro legal que o regula. Isso denota pura e simples IMATURIDADE PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA. O que está em questão no episódio não são opiniões pró e contra isto ou aquilo, mas a […]

Márcia Tiburra e a ampliação forçada do termo “fascismo”

Segundo a sapientíssima Márcia Tiburra, o “fascista” nega ao seu adversário o direito de existir, ou pelo menos de ser ouvido. Mas há maneira mais brutal e eficiente de negar a alguém o direito de existir e de ser ouvido do que chamá-lo de “fascista”? Tão logo assim carimbado pelo crime hediondo de ser contra […]

Importantíssimo: Ciro Gomes NÃO É nacionalista.

Importantíssimo. O Ciro Gomes NÃO É nacionalista. Ele continua a personificar a velha encenação esquerdista, que usa o vocabulário do nacionalismo para promover o puro anti-americanismo e a absorção do Brasil num esquema imperialista (hoje diríamos globalista) concorrente. É um esquerdista de velho estilo, anterior à ideologia “diversitária”, o qual por isso acaba parecendo antiglobalista […]

A luta essencial do nosso tempo

TODA a política contemporânea no Ocidente baseia-se na premissa de que o processo histórico mundial caminha inevitavelmente no sentido da maior liberdade, da eliminação de todas as desigualdades e de toda forma de exclusão. Só há portanto duas correntes políticas possíveis: a legítima, que vai na direção do inevitável, e a ilegítima, que opõe a […]

Divisão entre globalistas e nacionalistas  

  Entre outras coisas interessantíssimas que disse no I Seminário Capixaba de Filosofia, o Filipe G. Martins observou que, nas próximas eleições, à tradicional disputa esquerda x direita se superporá a divisão entre globalistas e nacionalistas (ou “soberanistas”). Na esquerda, a Marina Silva representa os globalistas, o Ciro Gomes os nacionalistas. Na direita, João Dória os globalistas […]

Trump, perseguição anticristã e a desonestidade da grande “mérdia”

“Deus não me deu a Roxane porque eu merecia, mas porque eu precisava.”

Agora que a USP está se metendo a fiscal da idoneidade jornalística alheia, é bom lembrar:

http://www.midiasemmascara.org/arquivos/3077-observatorio-de-midia-da-usp-bilionario-esquema-de-poder.html

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Quando recentemente o Obama fechou o acesso aos refugiados cubanos, ninguém na esquerda reclamou.

Fechem o CFP

A arte tradicional da dialética, desenvolvida em dois mil e quatrocentos anos de prática filosófica, determina que nunca se deve discutir ou atacar uma tese antes de havê-la compreendido. A experiência brasileira dos últimos anos parece sugerir que esse preceito está superado: cada um se sente tanto mais autoconfiante e imbuído de certeza absoluta ao investir contra uma idéia quanto menos é capaz de compreendê-la e até mesmo de concebê-la. O ideal, mesmo, é ignorá-la por completo.

A nova regra é seguida não só por blogueiros, jornalistas e professores, mas até por entidades oficiais incumbidas, legalmente, de representar a autoridade máxima no assunto ignorado.

País de merda cheio de filhos da puta

odcQuando conheci o Arruinaldo Azevedo, ele não sabia NADA sobre o Foro de São Paulo, e ainda permaneceu incrédulo por alguns anos, quando então começou a alardear que os únicos a falar do assunto na mídia “fomos eu e o Olavo de Carvalho” (nessa ordem).

Assim como ele, inúmeros outros, que sem mim não teriam sabido nada não apenas do Foro de São Paulo, mas de tudo o mais concernente à hegemonia comunista no Brasil, têm de empinar os narizinhos e fazer pose de superiormente independentes, para camuflar a lentidão paquidérmica, a indolência obscena das suas mentes incapazes de perceber algo por si mesmas. Cada um dos que proclamam “nada devo ao Olavo de Carvalho” que trate de provar que já tinha clara consciência crítica da hegemonia comunista no Brasil antes de publicados os meus livros “A Nova Era e a Revolução Cultural” (1993) e “O Imbecil Coletivo” (1996).